Seleção do corpus
Foram selecionadas 257 pinturas nas quais elementos abióticos aparecem como componentes visuais significativos: rochas, montanhas, escarpas, rios, lagos, cachoeiras, vulcões, solos, depósitos superficiais e zonas costeiras.
Uma página de divulgação científica sobre a dimensão abiótica presente nas pinturas de Marianne North, articulando arte botânica, paisagem, geodiversidade, geoconservação e história ambiental.
O estudo parte da constatação de que Marianne North é geralmente lembrada pela botânica, mas suas pinturas também registram rochas, relevos, águas, solos, vulcões, escarpas, zonas costeiras, grutas e outros elementos do meio físico.
A questão orientadora é compreender em que medida as pinturas de North permitem reconstituir estados pretéritos de geossítios atualmente protegidos e o que essa comparação revela sobre transformações sofridas pelo patrimônio abiótico ao longo de aproximadamente 150 anos.
Assim, a obra é interpretada como documentação visual de paisagens, e não apenas como registro artístico ou botânico.
As pinturas de North ultrapassam o âmbito da botânica e constituem registros históricos relevantes para a geodiversidade, a geoconservação, a história ambiental e a divulgação científica.
Síntese elaborada a partir do resumo e das conclusões do relatório.
A pesquisa adotou abordagem qualitativa, documental e bibliográfica, com leitura descritivo-interpretativa das pinturas e dos relatos autobiográficos de Marianne North.
Foram selecionadas 257 pinturas nas quais elementos abióticos aparecem como componentes visuais significativos: rochas, montanhas, escarpas, rios, lagos, cachoeiras, vulcões, solos, depósitos superficiais e zonas costeiras.
As obras foram organizadas por país ou região e por categoria predominante de geodiversidade, permitindo reconhecer padrões espaciais e recorrências geomorfológicas.
A interpretação cruzou três conjuntos de fontes: análise visual das telas, autobiografia Recollections of a Happy Life e bibliografia sobre geodiversidade, patrimônio abiótico e geoconservação.
North nasceu em Hastings, Sussex, em 1830, viajou extensivamente entre 1871 e 1885 e construiu, com recursos próprios, a Galeria Marianne North, inaugurada em Kew em 1882.
Foram incorporadas todas as imagens já organizadas na versão ilustrada: 82 figuras extraídas do relatório e 256 imagens anexadas. Use a busca ou os filtros para localizar obras por título, país, região ou conjunto territorial. A galeria não carrega as 338 imagens automaticamente; elas aparecem apenas após uma busca ou filtro. Clique em qualquer imagem para ampliar.
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Observação: os nomes das obras foram preservados a partir dos arquivos anexados. As figuras extraídas do relatório mantêm a vinculação com as páginas do PDF original.
Os resultados confirmam que a dimensão geológica, geomorfológica, hidrológica e pedológica aparece de modo sistemático nas composições de North, ampliando a leitura de sua obra para além do registro botânico.
A Índia reúne o maior número de obras com elementos abióticos identificados, seguida pelo Brasil e pela Indonésia. As categorias mais frequentes são “geodiversidade e paisagem”, “relevo montanhoso/cordilheira”, “litoral rochoso/costeiro” e “hidrografia/cachoeiras/lagos”.
O conjunto analisado também inclui geossítios hoje reconhecidos por diferentes instrumentos de proteção, como Pão de Açúcar, Serra dos Órgãos, Yosemite, Teide, Marble Rocks, Lago Biwa, Monte Fuji, Gunung Mulu, Table Mountain e complexos vulcânicos de Java.
A obra de Marianne North pode ser lida como inventário visual do patrimônio abiótico mundial, oferecendo base para pesquisa, ensino, interpretação patrimonial e comunicação pública das geociências.
Rochas, relevo, água e solo estruturam as composições e ajudam a explicar os habitats retratados pela artista.
As pinturas funcionam como linha de base para comparar paisagens do século XIX com geossítios atuais, sobretudo em áreas afetadas por mineração, urbanização, turismo e infraestrutura.
O acervo pode subsidiar práticas de educação patrimonial, geoturismo, ensino de geociências e sensibilização sobre o patrimônio abiótico.